Irã ataca Israel: mísseis atingem Tel Aviv e Jerusalém e matam 10

Irã ataca Israel: mísseis atingem Tel Aviv e Jerusalém e matam 10

Irã ataca Israel em retaliação a ofensivas que atingiram Teerã e outras cidades iranianas. No domingo, 1º de março de 2026, mísseis lançados do território iraniano atingiram áreas em Tel Aviv, Jerusalém e arredores, resultando em ao menos 10 mortos e dezenas de feridos, segundo autoridades locais e relatos oficiais.

Desdobramentos do ataque

Sirenes soaram em Jerusalém e Tel Aviv depois que o governo israelense detectou projéteis vindos do Irã. Explosões foram ouvidas nas duas cidades, e as defesas aéreas atuaram para interceptar parte dos foguetes. Autoridades israelenses informaram que houve mortes e dezenas de feridos: relatos citam oito vítimas e 18 feridos em Bet Shemesh, duas mortes em Tel Aviv e cerca de 20 feridos em Jerusalém.

Além de alvos dentro de Israel, o Irã também teria disparado mísseis contra locais em países do Golfo onde há presença de forças americanas, com relatos de explosões em Abu Dhabi, Dubai, Doha e Manama. Os Emirados Árabes Unidos confirmaram três mortos; o Catar reportou 16 feridos. O Irã ainda não divulgou números oficiais de vítimas em seu território.

Contexto e reações

Os ataques iranianos foram descritos como retaliação aos bombardeios coordenados por Israel e Estados Unidos que atingiram alvos em Teerã nos dias anteriores. Em comunicado, as Forças Armadas de Israel afirmaram que “a Força Aérea iniciou uma ampla onda de ataques contra alvos do regime iraniano no coração de Teerã”.

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, declarou: “Ontem, mísseis iranianos foram disparados contra os Estados Unidos e Israel, e foi doloroso. Hoje serão disparados de forma ainda mais dolorosa.” A declaração reforça a intensidade da escalada e a retórica de resposta do governo iraniano.

Impacto regional e próximos passos

Especialistas alertam que a nova rodada de ataques aumenta o risco de ampliação do conflito no Oriente Médio, envolvendo atores regionais e potências externas. Hospitais nas áreas atingidas vêm atendendo muitos feridos, e as autoridades de segurança mantêm alerta elevado.

Fontes oficiais ainda trabalham para confirmar números finais de vítimas e avaliar os danos às infraestruturas civis e militares. A comunidade internacional acompanha a evolução dos fatos e pressiona por contenção, ao mesmo tempo em que prepara respostas políticas e humanitárias conforme a situação se desenvolve.

Fonte: Revista Oeste — reportagem publicada em 01/03/2026.

Essa matéria usou como fonte uma matéria do site Revista Oeste