Quarta, 19 de Dezembro de 2018
CAMPO GRANDE
Betinho reforça a importância da conscientização e combate ao câncer de mama
Imagem: ASSESSORIA
Publicado em 09/10/2018

Outubro é mês de conscientização e combate do câncer de mama, conhecido mundialmente como “Outubro Rosa”. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. “Fazer o autoexame é muito importante para o diagnóstico precoce, aumentando as chances de tratamento e até cura.”, afirmou o vereador Betinho, durante a sessão da última quinta-feira (04).

Em Campo Grande, as unidades básicas de saúde (UBS/UBSF) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) vão intensificar as ações de conscientização, prevenção e a importância do diagnóstico precoce da doença, que é o segundo mais recorrente no mundo, perdendo apenas para o de pele.

A ideia principal do Outubro Rosa é espalhar informação de qualidade para as mulheres de todas as idades e homenagear aquelas que, mesmo com a rotina agitada, reservam um tempo de seu dia para equilibrar e manter o corpo e a mente saudáveis.

Em 2017, na Capital, foram registrados 95 óbitos por câncer de mama, e durante o primeiro semestre de 2018 foram 46. Já em relação ao câncer do colo de útero foram 35 no ano passado, contra 15 em 2018.

Como é feito o diagnóstico?

Na maioria dos casos de câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, aumentando assim as chances de tratamento e cura. Independentemente da idade, as mulheres podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas.

Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas.

Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas.

Mulheres com risco elevado para câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco para decidir a conduta a ser adotada.

Por: assessoria
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