Quarta, 19 de Setembro de 2018
ONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS
CTrabalhadores entram em greve e paralisam duas obras em Dourados
via Redação MGS News em 14/08/2018
Pelo menos 150 construtores da empresa RG Engenharia deflagraram greve na manhã de ontem (14) após resistência da empresa para o reajuste salarial de 4% proposto pelo sindicato que representa a categoria, o Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil) de Dourados.

De acordo com informações repassadas ao Dourados News, em fevereiro de 2018 o representante protocolou a pauta de reinvindicações da categoria.

Porém, segundo afirma, até o presente momento não houve nenhum interesse por parte do sindicato patronal, permanecendo inerte e não agendando nenhuma reunião para tratativa de reinvindicações protocoladas.

Diante disso, o Sintracom iniciou os protocolos junto as empresas do ramo da Construção Civil e Mobiliário de Dourados para que pudessem discutir as reivindicações dos trabalhadores da categoria pautadas por meio de Acordo Coletivo de Trabalho.

No levantamento repassado pela presidente do sindicato laboral Aline Chaves Ferle, 60% das pautas protocoladas de Acordos Coletivos de Trabalho já foram firmados e 40% estão em análise ou já estão em processo de discussão.

No caso da RG, o representante acionou para discussão em julho deste ano, tendo a proposta de reajuste resistida pelo departamento administrativo da construtora.

Com isso, mais de 150 profissionais — responsáveis pela mão-de-obra dos empreendimentos — se mobilizaram e realizaram Assembleia Geral em 9 de agosto de 2018 nos dois canteiros de obra na qual a empresa possui empreendimentos em Dourados anunciando a greve.

Desde segunda-feira (13), os grevistas se mobilizaram na obra do Residencial Itapirangam na região do Jardim Guaicurus e segundo repassado pela presidente do Sintracom, o retorno às atividades acontecerá somente mediante acordo com a construtora.

OUTRO LADO

O Dourados News acionou a empresa e segundo a atendente, a direção da RG estaria em reunião para discutir o caso podendo até às 11h retornar à reportagem para dar o posicionamento sobre o fato. Porém, até o fechamento do material não houve resposta.

Por: REDAÇÃO

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