Terça, 10 de Dezembro de 2019
Dourados
Bando do Alan Guedes sofre mais uma derrota com a absolvição de Denize
Imagem: ASSESSORIA
Publicado em 29/06/2019

Na ultima sexta-feira (28) após a sessão que absolveu a vereadora afastada Denize Portollan (PR) que teve o processo por quebra de decoro parlamentar arquivado, contrariando aquilo decidido no dia 7 de maio, podemos considerar que foi avassaladora a derrota do grupo liderado pelo bando do presidente da Câmara de Dourados Alan Guedes (DEM), também integrado pelos demais membros da mesa diretoria Daniele Hall (PSD), Elias Eshy (vice-presidente) e Sérgio Nogueira (1º secretário).

Nesta ocasião 10 vereadores votaram favoráveis à cassação e oito mudaram de opinião, se posicionando contrários. Somente Juarez de Oliveirta (MDB) não esteve na sessão.

Pela perda dos direitos políticos de Denize a pedido do “bando do Alan”, votaram o próprio Alan Guedes (DEM), Lia Nogueira (PL), Sérgio Nogueira (PSDB), Olavo Sul (Patriota), Marinisa Mizoguchi (PSB), Toninho Cruz (PSB), Madson (DEM), Daniela Hall (PSD), Elias Ishy (PT) e Marcelo Mourão (PRP).

Em favor do arquivamento, respeitando o princípio constitucional da presunção da inocência, estando ausente condenação judicial contra a professora Denize, tendo em vista que o processo de improbidade administrativa contra esta réu ainda está na fase de defesa escrita, sendo inoportuno movimentar a todo momento a máquina pública, seja a polícia investigativa ou servidores da Câmara Municipal com ilações movidas por perseguições do “bando do Alan”, obrigando a Casa a se desdobrar em sessões especiais com gastos extras pagos pelo contribuinte, foram favoráveis a absolvição os vereadores Bebeto (PR), Maurício Lemes (PSB), Carlito do Gás (Patriota), Jânio Miguel (PL), Junior Rodrigues (PL), Romualdo Ramin (PTB), Cido Medeiros (DEM) e Silas Zanata (PPS).


Outro fracasso político do “bando do Alan” foram as liminares obtidas pelas defesas dos vereadores afastados Idenor Machado, Pedro Pepa e Cirilo Ramão em 2º Grau no Tribunal de Justiça suspendendo as sessões que objetivavam a cassação dos seus mandatos permitindo que os suplentes votassem, ferindo o artigo 87 do próprio Regimento Interno do parlamento douradense.

Cabe observar que esta fatura política será cobrada nas eleições 2020, seja nos atenuantes e agravantes da conduta do “bando do Alan” na mesa diretora, ao capítulos dessa novela estão sendo observadas com lupa pelo eleitor, e o mais grave, pelos caciques políticos locais, que estão encarando o cenário como um desatino induzido propositalmente contra os seus protegidos, baseados unicamente em ilações e factoides, ferindo o processo legal da ampla defesa, contraditório e presunção da inocência, assegurados na Carta Magna de 1988.

Por: Jeferson Bezerra
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