Quinta, 27 de Junho de 2019
Dourados
Ex-secretário de Zauith diz que mente vingativa e doentia de Resende o fez acusar de desvios
Imagem: ASSESSORIA
Publicado em 12/04/2019

O médico Sebastião Nogueira Faria, que é ex-deputado estadual (1987 a 1988), ex-vice-prefeito (1989 a 1992) e ex-secretário de saúde de Dourados conversou por mensagem de "wadsap" na tarde desta quinta-feira com a redação do Jornal MGS News para comentar a repercussão da matéria intitulada “Em denuncismo de Resende, ex-secretário de Murilo Zauith torna-se réu por improbidade”.

A inserção afirmou que por conta do denuncismo disparado contra a Prefeitura de Dourados pelo então ex deputado federal Geraldo Resende, o promotor do patrimônio público de Dourados Ricardo Rotuno ajuizou ação civil pública em 2018 contra o ex-secretário, o seu filho Daniel Cruz Nogueira e o Hospital dos Olhos de Dourados.

Segundo constou na denúncia as supostas infrações foram cometidas durante a gestão do então prefeito Murilo Zauith (2013-2016), estando relacionados à prática de improbidade administrativa por dispensa indevida de licitação em 17 procedimentos que o Ministério Público identificou.

Entretanto, Nogueira fez algumas considerações, afirmando que: “Essa história do R$ 1.000.000,00 para realizar cirurgias de cataratas só existe na mente doentia e vingativa do Geraldo Resende, tanto que o MP já ARQUIVOU essa denúncia. Portanto é matéria vencida e, não tem nenhuma relação com a abertura de inquérito do Hospital dos olhos e meu filho. Essa é mais uma denúncia do Geraldo, que certamente, no final, será esclarecida e também arquivada. Tenho a tranquilidade de afirmar que aquela foi a melhor solução para os problemas de saúde daqueles pacientes, que poderiam ficar cegos”.

O ex-deputado ainda afirmou categoricamente que não houve nenhum privilégio para o Hospital dos olhos ou meu filho, que à época era o único profissional médico com habilitação para a realização daqueles procedimentos na área de RETINA, em Dourados. Tanto que todos os 23 oftalmologistas citados à época declararam que não tinham capacidade técnica para a execução daqueles procedimentos. Pontuou ainda que o valor denunciado no inquérito é de R$ 290.OOO,00

Outro esclarecimento feito pelo médico é que esse valor foi para fazer frente as despesas hospitalares, medicamentos, materiais, honorários médicos do cirurgião, auxiliar e anestesitas.

Por: Jeferson Bezerra
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