Domingo, 21 de Abril de 2019
ALMS
Definição de secretaria e vice-presidência pode fechar o consenso na AL
Imagem: ASSESSORIA
Publicado em 13/12/2018

Se for confirmada a conquista de 14 votos dos 24 parlamentares, o deputado estadual Zé Teixeira (DEM) terá assegurada sua permanência - pela terceira legislatura consecutiva - na 1ª secretaria da Assembleia Legislativa. A articulação desses votos envolveu a indicação do emedebista Eduardo Rocha para a 1ª vice-presidência, o que, somado à já sacramentada unção do tucano Paulo Corrêa para presidente, eliminaria qualquer chance de concorrência e fecharia uma chapa de consenso.

A eleição será em 1º de fevereiro. Até lá permanece aberta a inscrição de chapas para concorrência aos cargos da Mesa Diretora. No entanto, quando há arranjos consensuais tem sido praxe definir o processo de escolhas em dezembro, antes do recesso de fim de ano. Até à semana passada haviam dois deputados disputando a presidência, Paulo Corrêa e seu correligionário Onevan de Matos.

A indicação de Corrêa foi decidida em votação da bancada. Ele venceu por 3 a 2, recebendo votos de Rinaldo Modesto e Marçal Filho. Para Onevan restou somente um voto, o de Felipe Orro. Com a habilitação partidária, Corrêa iniciou as conversas para ampliar seu leque de apoios e alcançou 20 adesões. Onevan rebelou-se contra a decisão da bancada e disse que continuaria candidato, porém não encontrou número de parceiros suficientes para formar a chapa.

Paulo Corrêa vai substituir o emedebista Júnior Mochi, que concorreu ao governo estadual e ficou em terceiro lugar. Mochi foi eleito em chapa única para presidir preside a Assembleia de 2015 s 2016. E também de forma consensual foi mantido no cargo para os dois anos seguintes. Com a mesma conjuntura de consenso Zé Teixeira assumiu e se manteve na 1ª secretaria – segundo cargo de maior importância na Mesa – nos quatro anos da atual legislatura.

O PSDB tem a maior bancada na Casa, com cinco deputados, seguido pelo MDB, com três. O PT, o DEM, o PSL e o Solidariedade têm dois. Especula-se ainda que um bloco parlamentar, que ficou conhecido como Grupo dos 8, segue tentando garantir espaço melhor na composição da Mesa. Há interesse em assegurar uma vice-presidência ou uma das secretarias. Coim um terço dos votos da Casa, o G-8 pode ser fiel da balança na definição dos espaços que restam além da presidência e da 1ª secretaria.

Por: REDAÇÃO
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