Segunda, 30 de Novembro de 2020
Avaliação
Veiga vive maior sequência artilheira no Palmeiras e diz: "Melhor fase da carreira"
Imagem: Divulgação
Publicado em 14/11/2020

Raphael Veiga vive o melhor momento da carreira. Aos 25 anos, o meia embala a temporada mais artilheira e a maior sequência de jogos com a camisa do Palmeiras.

Diferentemente de outras oportunidades, agora é correto escrever que se trata do meia titular da equipe. Era com Vanderlei Luxemburgo, foi com Andrey Lopes e segue assim desde a chegada do técnico português Abel Ferreira.

São nove gols em 31 jogos pelo Palmeiras em 2020, mesma marca artilheira atingida em 2018 com a camisa do Athletico-PR, com a diferença de que o feito ocorre com 17 jogos a menos do que no Paraná e diante de pelo menos mais três meses de jogos.

O próprio atleta reconhece que o momento é especial.

— Vivo a melhor fase da minha carreira. No Athletico, a passagem foi muito boa também, mas essa, por tudo no geral, acredito que seja a melhor, até pelo fato de eu amadurecer internamente, comigo mesmo — contou o jogador, em contato com a reportagem do ge.

Acredito que é a melhor fase da minha carreira, mas, como sempre falo, quero continuar melhorando, melhorando meus números, para sempre produzir e continuar jogando — acrescentou o camisa 23.

Os números comprovam a evolução de Raphael Veiga após o retorno do futebol, que parou por quase quatro meses em virtude da pandemia do novo coronavírus. São oito bolas nas redes rivais desde o retorno da modalidade, quatro delas nos últimos sete compromissos do Palmeiras.

A fase goleadora vem justamente quando o meia consegue encaixar uma grande sequência pelo Palmeiras. Ao todo, o camisa 23 entrou em campo 17 vezes consecutivas, 14 delas como titular. Desde 16 de setembro, contra o Bolívar, Veiga soma minutos pelo clube alviverde.

Com o novo treinador, o aproveitamento é de 100%: três partidas, três como titular. Abel Ferreira pede para Veiga ser agressivo e sempre procurar o gol. “Pisar na área” é uma característica que o meia carrega, e que deve ser ainda mais explorada pelo português.

— Ele tem pedido bastante para eu ser vertical. Para eu, como meia, forçar mais, arriscar mais, porque muitas vezes é do meu pé ali, principalmente eu que jogo no meio, que tem que sair e armar o time. Ele me deixou bem à vontade com essa responsabilidade para arriscar e poder tentar mais — declarou Veiga, que elogia o início de trajetória de Abel.

Por: Por José Edgar de Matos — São Paulo / G1
Comentários
veja também
Rede News Online 2011 - 2020 © Todos os direitos reservados